Por Daniel Leonardo
Sabe aquele dia que você acorda mal humorado, não querendo conversar com ninguém, e o coração muito apertado?...
Aí então você liga a televisão e vê alguém dizendo pra você: “Muito bom dia pra você. Mais um dia, mais uma oportunidade que Jesus lhe dá!”
Pois é!… Não foi uma nem duas vezes que acordei assim, e de imediato liguei a televisão e ouvi essa mesma frase.
É muito bom saber que posso começar e recomeçar, que tenho oportunidades todos os dias da vida, e que eu posso mudar a minha história todos os dias dando lugar à renovação do meu entendimento. Melhor ainda, quando ligo a televisão sabendo que não é somente mais um “rostinho” falando de Jesus, mas sim mostrando as transformações que Ele faz na vida das pessoas.
Não sou suspeito em dizer isso. Sou prova viva de que a Igreja Mundial de Cristo tem uma transparência ímpar. Trabalhei durante cinco anos como editor e produtor do “Programa Mudança de Vida Hoje”. Como tal estava sempre atrás das câmeras, nos bastidores e pude ver e acompanhar que o que é falado no altar é vivido em realidade, e as evidências são os milagres que acontecem todos os dias na vida das pessoas que estão ligadas a este ministério. O programa mostra para aqueles que estão calejados e sem esperança alguma, que ainda existe pessoas sérias que tratam o Evangelho de forma séria e que não brincam com a nossa inteligência. Encontrar alguém que pregue o Evangelho genuíno é perfeito!
É por isso que estamos aí todos os dias na televisão, de segunda a segunda à 1:00 hora da madrugada na RBI, e de segunda a sexta às 14:30 horas na Band.
Dar uma oportunidade para si mesmo é ser inteligente. Ir até a Igreja buscar a mudança é ser Prime. Então o que está esperando?
Como diz a Bispa Cléo nos finais dos programas: “Chega de mal humor! Dá um sorriso aí, vai... Sorria pra Jesus, sorria pra vida! Sorria! Um bom dia, uma boa tarde, uma boa noite pra você!”
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
sexta-feira, 4 de janeiro de 2008
Tudo fica ali: na passarela
Por Daniel Leonardo
O místico e o sensual. O sacrifício e a felicidade ilusória que levam a nenhum lugar. Uma mistura vinda da Europa que se funde aos latino-americanos já há três séculos. São anos de histórias, ilusões e fantasias.
O sacrifício: a pessoa se sacrifica o ano todo. Pai e mãe de famílias adeptas, trabalham e depositam o salário todo num sonho: o sonho de percorrer quinhentos metros, nus, seminus, ou travestidos das mais exuberantes fantasias que se lhes dão a sensação de ser um outro ser naquele exígüo tempo que há de vir. O tempo é tão irrisório que nem sequer uma cãibra se lhes dá durante o percurso. Afinal, tem-se que estar muito bem preparado, pois o sorriso é fundamental para os flagrantes das câmeras. Sacrifica-se o físico com até oito horas de academia por dia, trabalha-se o psicológico, economiza-se para ingresso de altíssimo custo, quando não milhares e milhares de reais para os chamados VIPs (Very Important Persons ou... pessoas muito importantes).
Enquanto não chega o carnaval, freqüentam durante o ano as quadras das escolas de samba ensaiando para o dia “X”.
Particularmente, nunca gostei do carnaval. Longe de preconceito, sempre pensei em não me casar com uma mulher que saísse nua numa escola de samba, exposta aos olhos do mundo todo. As pessoas mais achegadas, os amigos, com certeza diriam: “Vi sua esposa desfilando”. Certamente, me constrangeria, porque a mim reservaria - reservo ainda – o direito de esta nudez ser vista somente por mim. Egoísmo? Não. Em absoluto. Preconceito? Não. Em absoluto.
Enquanto isso, nessa mistura do espiritual e carnal, o Brasil e os seus admiradores abrem alas para ver o pouco que conquistou durante o ano; verem os sonhos passarem e nunca mais voltar. Tudo fica ali: na passarela.
O resultado: tudo se resulta em trezentos e sessenta e cinco dias frustrados. Este ano de 2008... um dia a mais de frustração por ser bissexto.
Brasil!Joguemos fora as máscaras e fantasias, tiremos a maquiagem do corpo, tomemos muita água, recuperemo-nos, vamos repor as energias e acordar para a vida! As oportunidades de mudanças passam todo momento nas passarelas da vida. Fecharei alas e não vou deixá-las passar. Não precisa esperar a quarta-feira de cinzas chegar para uma conversão, fazer abstinências e jejuns para conscientizar que o ser humano é frágil e que a vida é passageira. Essa consciência tem-se que ter todos os dias. Vamos acordar, vamos acordar! Chega de confetes, chega de lantejoulas, chega de brilhar para o mundo, e vamos deixar que o brilho de Deus resplandeça por intermédio de nós.
O místico e o sensual. O sacrifício e a felicidade ilusória que levam a nenhum lugar. Uma mistura vinda da Europa que se funde aos latino-americanos já há três séculos. São anos de histórias, ilusões e fantasias.
O sacrifício: a pessoa se sacrifica o ano todo. Pai e mãe de famílias adeptas, trabalham e depositam o salário todo num sonho: o sonho de percorrer quinhentos metros, nus, seminus, ou travestidos das mais exuberantes fantasias que se lhes dão a sensação de ser um outro ser naquele exígüo tempo que há de vir. O tempo é tão irrisório que nem sequer uma cãibra se lhes dá durante o percurso. Afinal, tem-se que estar muito bem preparado, pois o sorriso é fundamental para os flagrantes das câmeras. Sacrifica-se o físico com até oito horas de academia por dia, trabalha-se o psicológico, economiza-se para ingresso de altíssimo custo, quando não milhares e milhares de reais para os chamados VIPs (Very Important Persons ou... pessoas muito importantes).
Enquanto não chega o carnaval, freqüentam durante o ano as quadras das escolas de samba ensaiando para o dia “X”.
Particularmente, nunca gostei do carnaval. Longe de preconceito, sempre pensei em não me casar com uma mulher que saísse nua numa escola de samba, exposta aos olhos do mundo todo. As pessoas mais achegadas, os amigos, com certeza diriam: “Vi sua esposa desfilando”. Certamente, me constrangeria, porque a mim reservaria - reservo ainda – o direito de esta nudez ser vista somente por mim. Egoísmo? Não. Em absoluto. Preconceito? Não. Em absoluto.
Enquanto isso, nessa mistura do espiritual e carnal, o Brasil e os seus admiradores abrem alas para ver o pouco que conquistou durante o ano; verem os sonhos passarem e nunca mais voltar. Tudo fica ali: na passarela.
O resultado: tudo se resulta em trezentos e sessenta e cinco dias frustrados. Este ano de 2008... um dia a mais de frustração por ser bissexto.
Brasil!Joguemos fora as máscaras e fantasias, tiremos a maquiagem do corpo, tomemos muita água, recuperemo-nos, vamos repor as energias e acordar para a vida! As oportunidades de mudanças passam todo momento nas passarelas da vida. Fecharei alas e não vou deixá-las passar. Não precisa esperar a quarta-feira de cinzas chegar para uma conversão, fazer abstinências e jejuns para conscientizar que o ser humano é frágil e que a vida é passageira. Essa consciência tem-se que ter todos os dias. Vamos acordar, vamos acordar! Chega de confetes, chega de lantejoulas, chega de brilhar para o mundo, e vamos deixar que o brilho de Deus resplandeça por intermédio de nós.
Assinar:
Comentários (Atom)
